quarta-feira, 13 de maio de 2020

Crochê - a beleza e a arte na decoração e na utilidade da vida e do lar


Como o crochê está tão presente na vida do lar



Um dia pode ter sido um sonho há muito acalentado. Pode ter se tornado um hobby muito praticado. Mas agora tornou-se como um elemento essencial da casa. Tudo é possível ao que acredita nos seus sonhos e vai em busca do conhecimento e da praticabilidade.


Aqui em casa parece em todos os lugares está presente, da entrada da sala ou na cozinha em forma de tapete, no banheiro até na tampa da patente. Alguns mais castos, mais práticos, outros excessivamente atraentes.

Enfeitam a mesa, a geladeira, qualquer móvel, com seus respectivos estilos, modelos, desenhos e cores diferentes. Dá um toque bem especial ao quarto, algo muito surpreendente. 


Serve pra vestir e sair por aí, passear e ser elegante. Um cachecol cai mui bem no inverto congelante. Uma touca útil e personalizada serve e satisfaz o infante. Para eles, ou para todos, bichinhos de crochê por toda a parte, decoração da fauna com arte. E o interessante é que têm até nome – Amigurumis – só não são chamados assim pela criançada, mas são sua alegria, sua bicharada, sua amizade mui estimada.

Grandes tapetes na sala, às vezes almofadas coloridas no sofá, e a gente volta e meia nem sabe onde está, começa a sonhar com algum lugar na Índia, sei lá. Na mesa, caminhos enfeitam e dão charme. Sousplats servem os pratos, as xícaras, os pírex – a hora de qualquer refeição sempre estão lá. Toalhas bem trabalhadas são quase de ‘babar’, só precisam ser tiradas às pressas para não sujar, mas depois do prato feito e desfeito voltam para o seu lugar, continuam a reinar.


Que diversificada abundância de peças de crochê; a beleza e a arte estão presentes. Do ambiente físico já faz parte – dá pra ver. Mas o mais legal de tudo isso é poder sentir um novo ar que a arte do crochê é capaz de proporcionar. O capricho, o empenho, a técnica que alguém de carne e osso soube oficializar. Com um toque especial da sua alma pôde enfim, arte perfeita demonstrar.


Mas alguém pode se perguntar: - Será que eu também posso nessa arte me aventurar? E a resposta de quem um dia começou do zero, vem sim para te animar. Sim, é possível pra qualquer alma, pegar uma agulha, linhas escolhidas e criar com as própria mãos uma vasta e maravilhosa coleção. Eu sei que essa arte já existe no seu coração, basta com treinamento adequado botar a habilidade na mão.


 Não importa o tempo ou a estação, é possível ousar, criar formas, usar cores, deixar a imaginação voar, enquanto as mãos deliciosamente trabalham num passo a passo divertido e construtivo até chegar à execução final – projeto realizado. Sim, longe de ser um trabalho extenuante e cansativo, pois há um motivo, uma inspiração pra continuar – embelezar o lar, a casa onde com alegria a família tem prazer de habitar. Ou então vender, galgar, conseguir se estabelecer e ser visto e reconhecido pela arte de crochetar.


E no final, ainda dando suporte à essa tão sublime arte, uma faceta de grandiosa utilidade dessa engenhosidade faz parte. Os pontos baixos e altos em conformidade com uma variedade de outros, dão estrutura e vida à um projeto que antes só de um livro fazia parte – mas agora fazem parte da vida, fazem parte do lar. 


O crochê  é um universo infinito e ilimitado basta começar, ponto a ponto, passo a passo, você também, com certeza vai chegar lá.

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terça-feira, 12 de maio de 2020

Oração de aparência

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Mateus 6: 5
“Quando orarem, não sejam como os hipócritas, que oram publicamente nas esquinas das ruas e nas sinagogas, para todo mundo ver. Verdadeiramente, essa é toda a recompensa que eles receberão.


Existem orações de aparência, onde o objetivo é aparecer e parecer alguém espiritual, pessoa de oração e cheia do Espírito Santo. 

Orações onde a voz é entonada de forma forte para simular autoridade, orações públicas, bonitas com declarações proféticas, porém vindas de um coração que visa somente ser reconhecido pelos homens. 

Essas orações não terão êxito, não atingirão, não alcançarão resultado, porque já atingiram o seu objetivo de forma imediata - foram vistas, ouvidas, aclamadas e invejadas pelas pessoas.

O objetivo da oração hipócrita é sempre alcançado e imediatamente, é visto, bem visto pelas pessoas - mas sequer considerada por Deus. 

Esse objetivo é fajuto, é falso, é hipócrita, pois o verdadeiro objetivo de uma oração deve ser obter a resposta e o favor de Deus.

Que nossas orações, mesmo públicas nãos sejam para os outros verem, mas para Deus ouvir e responder.

sábado, 27 de outubro de 2018

Apocalipse 3: 7-13. Carta à Igreja em Filadélfia


Filadélfia

            Filadélfia significa amor fraternal, companheiro de alguém em amor, aquele que ama alguém como a um irmão.
Foi fundada com a intenção de ser um centro para difusão da língua e costumes gregos na Lídia e na Frigia e, assim, desde o princípio foi uma cidade missionária, e muito bem-sucedida no seu propósito. As notícias chegavam ali, as novidades, as idéias, estavam ali.

Precisamos conhecer a Bíblia e conhecer a cidade onde estamos. Precisamos conhecer a mensagem e conhecer o povo para quem ministramos. Precisamos interpretar as Escrituras e a congregação da qual participamos. As estratégias que são boas para uma cidade podem não ser pertinentes para outra. Os métodos usados num bairro podem não ser adequados para outro. Precisamos ousar mudar os métodos sem mudar o conteúdo do evangelho.

Apocalipse 3: 7.
"Ao anjo da igreja em Filadélfia escreve: Estas coisas diz o santo, o verdadeiro, aquele que tem a chave de Davi, que abre, e ninguém fechará, e que fecha, e ninguém abrirá:"
           
Jesus tem a chave do Rei. Ele fecha uma porta aqui e abre outra ali. Não adianta teimar com Jesus, se Ele fechou uma porta não adianta bater nela, insistir nela. E se Ele abriu uma porta, o que estamos esperando? Vamos entrar.
            Ninguém pode nem deve entrar numa porta que Jesus não abriu. Quando Jesus fecha uma porta devemos esperar e orar. Quando Jesus abre uma porta precisamos entrar e trabalhar.


Apocalipse 3: 8.
"Conheço as tuas obras — eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar — que tens pouca força, entretanto, guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome."

Deus está abrindo a porta da oportunidade. As coisas estão fluindo, é hora de colocar em prática os projetos de Deus. Temos pouca força – mas a diferença é feita ao dar prioridade à Palavra e ser fiel a Jesus Cristo.
Existe dois tipos de porta em termos bíblicos – a porta da salvação. E a porta de um trabalho evangelístico, missionário ou ministerial. A porta aberta é uma oportunidade de minstério.
A porta da frente abre para vários aposentos, com seus corredores e outros compartimentos. Essa é a porta, aberta para vários segmentos, para vários projetos.

            Chave de David. O aspecto de administrar os compartimentos da Casa do Rei.
Isaías 22: 22.
"Porei sobre o seu ombro a chave da casa de Davi; ele abrirá, e ninguém fechará, fechará, e ninguém abrirá."
Isaías 22: 24.
"Nele, pendurarão toda a responsabilidade da casa de seu pai, a prole e os descendentes, todos os utensílios menores, desde as taças até as garrafas."

Todas os projetos tem que ter um referencial, uma base, que é a Palavra. Os ministérios tem que ter como base a Palavra. Se o ministério de louvor não tem como base a Palavra, vai cantar qualquer coisa, tipo vou mergulhar na mirra ardente, vou erguer o machado bem alto. Se o ministério de oração não tiver base na palavra, vai gritar repreendendo demônios usando a nomenclatura afro-brasileira, vai entrar numa oração sentimental.
Os projetos da porta aberta tem que ter como referência a Palavra. Como sustento e direcionamento a Palavra.
O poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza.

Apocalipse 3: 9.
"Eis farei que alguns dos que são da sinagoga de Satanás, desses que a si mesmos se declaram judeus e não são, mas mentem, eis que os farei vir e prostrar-se aos teus pés e conhecer que eu te amei."

            A sinagoga de satanás, são aqueles que se portam como se fossem pessoas de Deus mas não são. Alguns vão reconhecer o trabalho de Deus, o agir de Deus na vida daqueles que guardam a Palavra e são fiéis a Jesus.
            A Sinagoga combatia a igreja do Caminho. A sinagoga era mais fechada em si mesma. Tudo se voltava para eles mesmos. Faziam sim prosélitos, mas tratavam de o inserir nos seus próprios costumes. Os cristãos, do Caminho, eram mais missionários. Existia um conflito de ideologia.

Apocalipse 3: 10.
"Porque guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a terra."

            Perseverança – permanecer, ser estável e constante mesmo sob adversidades.
            As provações existem para nos experimentar. Aprender e conhecer pela experiência.
            São usadas com o objetivo de nos acordar.

Três problemas, três desafios a ser vencidos: 1) A fraqueza, a timidez, a incapacidade. 2) A oposição.
3) A provação. Há uma fase de testes em tudo o que começamos e fazemos.
            A igreja precisa vencer os desafios, precisa resolver os problemas e entrar pela porta que está sendo aberta.

Apocalipse 3: 11.
"Venho sem demora. Conserva o que tens, para que ninguém tome a tua coroa."

            Venho repentinamente. Venho sem avisar.
Conserva o que tens. Segura firme, seja poderoso, não deixa se desfazer.
Coroa – diadema coroa do Rei. Sthephanos – coroa conquistada pela luta. Coroa é um símbolo da conquista, da realização, do projeto, do ministério em andamento.

Apocalipse 3: 12.
"Ao vencedor, fá-lo-ei coluna no santuário do meu Deus, e daí jamais sairá; gravarei também sobre ele o nome do meu Deus, o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém que desce do céu, vinda da parte do meu Deus, e o meu novo nome."

            Duas colunas do lado de fora santuário. As colunas estavam do lado de fora. Uma de cada lado da porta de entrada. Como que fazendo o convite, funcionando como chamativo.

2 Crônicas 3: 17.
"Levantou as colunas diante do templo, uma à direita, e outra à esquerda; a da direita, chamou-lhe Jaquim, a da esquerda, Boaz."
Jaquim – Deus estabelece. Boaz – pela força de Deus.

Filadélfia era uma cidade de muitos terremotos, muitas pessoas vivam em tendas. Estavam prontas para irem embora. Os terremotos continuarão mas não derrubarão as colunas. Pontos de sustentação. A cidade do amor fraternal não era nada segura, a não ser para as colunas.
O que nós somos? Uma parede de lajotas? Ou colunas. Lajotas apenas tampam buracos. Colunas sustentam. Por causa dos terremotos a igreja era pequena, as colunas garantiriam sua sustentação. Necessário é o investimento na construção de colunas.



1 Pedro 2: 4-5.
"Chegando-vos para ele, a pedra que vive, rejeitada, sim, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa,  também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo."

            Filladélfia, Neocesaréia, Flávia. O nome gravado não muda. Para Jesus tem que continuar Filadélfia – a igreja do amor fraternal. A cidade tomou o nome de uma família de cezar, a igreja não vai ter o nome de uma família. Não vai se chamar pelo sobrenome de família nenhuma. Filadélfia aqueles que amam alguém como irmãos. Quando essa carta foi escrita o nome da cidade Filadélfia já não era esse, era Flávia. Jesus está propondo um resgate aos seus primórdios.
Muda-se a tabuleta para não viver o que está escrito nela. A igreja do amor. A igreja do avivamento.
Um novo nome – melhor ainda.

Apocalipse 3: 13.
"Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas."


Bíblia Sagrada – Várias versões
Neemias Carvalho Miranda – Apocalipse Comentário Versículo por versículo
Adolf Pohl - Comentário esperança
Hernandes Dias Lopes – Apocalipse – Comentário expositivo Hagnos
Warren W. Wiersbe - Comentário Bíblico expositivo
David Stern - Comentário Judaico
Michel Wilcock - A mensagem do Apocalipse
F. Davidson – O novo comentário da Bíblia
Willian Hendriksen – Mais que vencedores
Lawrence O. Richards - Comentário Histórico cultural