segunda-feira, 7 de abril de 2014

Socorro! Polícia! Desapareceu O amor!



Aonde está o amor? Estava bem aqui e de repente sumiu.
Foi levado cativo por algum sentimento doido?
Ou será que desistiu de amar?

Aonde estará o amor que não o vejo?
Estará confinado em algum quarto fechado com medo do viver?
Estará disfarçado sob uma capa, não disponível para todos?
Estará numa cabine requerendo a senha secreta para atender?
Ou espera com hora marcada alguns poucos sortudos da vez?

Procuro, procuro, mas o amor não se encontra mais por aqui!
Não mais ao ar livre, não mais pelas ruas.
Não se senta mais nos bancos das praças.
Quem sabe pegou carona e se foi à procura de algum lugar.
Quem sabe a fim de encontrar um coração onde consiga novamente amar.

Ah! Amor! Amor!
Você não se encontra nas decisões dos líderes!
Você não se encontra nas pregações do famoso pastor!
Você não se encontra nas palavras do aconselhador.
Tudo virou profissão – com meta, objetivo, função.
Dispensado foi o amor! De toda e qualquer relação.

Depois de constatar que ele também não se encontra e mim.
Fico pensando... Aonde será que foi parar o amor?
Realmente desapareceu sem deixar vestígios.
Fugiu, cansou! Não consigo enxergar o amor!

Bem, que o cego seja eu.
E que o amor esteja bem aqui – provando que ele ainda é o amor.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Pergunta pertinente de uma mente útil ou fútil de um ser humano moderno



Na modernidade o ser humano pergunta: - “Para que serve Deus”?
Na mente turbinada transistorizada do ser humano pós-ultra-moderno parece haver um sensor para a utilidade ou futilidade. Se algo não for útil para o seu sucesso, para a sua carreira, para a sua saúde, para as suas conquistas então é descartável, para nada lhe serve. E se algo não for fútil o bastante que lhe faça rir, que o leve a se divertir, que lhe sirva de entretenimento, que traga prazer, alegria e euforia, então pode esquecer.
“Para que serve Deus”? No centro máximo do egoísmo imperial do ser humano pós-moderno reina a ideia de ser servido, ser honrado, ser senhor. Esse ser humano quer ser Deus e quer que Deus lhe sirva de servo, mordomo ou mágico. Se Deus não lhe servir em algo que ele quer e deseja então Deus não serve.
O que o ser humano quer? O que o ser humano pensa? Será que está pensando livremente por si mesmo? Está realmente de posse da liberdade tão anunciada e estampada no peito? A verdade é que esse ser humano senhor de si mesmo, senhor do seu destino, senhor do seu próprio querer, senhor da sua vontade não passa de um escravo – escravo do esquadrão da iniquidade. Escravo dos sofismas da sociedade individualista, escravo da rebelião satânica que diz – não há Deus.
Útil ou fútil – dois extremos que levam uma vasta gama de seres humanos incautos. Pois basta olhar para o alto e ver que os céus manifestam a Glória de Deus; por suas galáxias; por todo o esplendor da beleza e inteligência existente. Que o pôr do sol, que a noite maravilhosamente estrelada é o anúncio, é a propaganda, é a prova que o Autor da Criação fez essa obra magnífica e que Ele existe, vive e reina.
Talvez decepcionados e surrados pelos escândalos gospel e pelo lado negro de parte da história do cristianismo. Quem sabe a terrível experiência pessoal numa instituição que levou o seu dinheiro, que ensinou apenas o engano, que ao invés de gerar vida trouxe confusão e morte. O encontro com seres humanos mal representantes de Deus não pode ofuscar a fé na existência de Deus. Em nome da fé, infelizmente, há muitos enganos.
Mas sem nenhum interesse, sem segunda ou terceira intenção alguma, posso te dizer - Há Deus, acredite Nele, busque por Ele. Jesus serve para salvar a alma. Jesus serve para libertar das trevas. Deus serve para ser verdadeiro Pai. Deus serve para dar o amor que talvez nunca encontrastes na vida e é o que mais precisas. Deus serve para te dar um abraço, te acolher, te renovar e te receber como filho (a). Deus serve para amar.
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quinta-feira, 3 de abril de 2014

Deus continua a usar mulas ainda hoje



Uma pessoa às vezes pergunta a si mesma em seu coração: - “Se sou tão errado assim na concepção do meu pastor, então por que Deus me usa?”. Acontece que o “ser usado” por Deus não é parâmetro que justifique ou aprove uma pessoa como um verdadeiro cristão. Ser usado por Deus pode significar tão somente o dom de Deus em operação.
Os frutos aos quais Cristo se referiu: “Pelos frutos os conhecereis” – não são frutos de obras ou serviço, muito menos de operação de dons. Não é milagre, ou profecia, ou revelação, ou palavra, ou qualquer coisa dentro do quesito “ser usado por Deus”.
Os frutos pelos quais se conhece uma pessoa são o fruto do espírito, o fruto do caráter, do modo de viver, de se relacionar, o uso que se faz dos bens, da língua, e de todo o corpo.
Foi uma mula qualquer que falou com Balaão a mensagem de Deus. Deus usou uma mula qualquer, sem nenhuma qualificação de santidade. Uma mula que depois de ser usada por Deus não requereu para si nenhum reconhecimento ou autenticação de seus atos. Não usou o fato comprovado de ter sido usada por Deus para respaldar sua “mula forma” de viver a vida. A mula tremendamente usada por Deus, logo após ser usada continuou a viver como mula, envelheceu como mula, morreu como mula e se acabou.
Muitas pessoas usadas por Deus hoje em dia não passam de mulas – pois são grandemente usadas por Deus num momento - e no momento seguinte voltam a ser mulas completamente sem entendimento. Tem que ser colocado nelas freios e cabrestos, de outra sorte nem sequer obedecem.
Quantas pessoas nesta vida que são usadas por Deus num momento, mas no restante do tempo se comportam como mulas, pensam como mulas, vivem como mulas. E sendo uma autêntica mula, usa o “ser usado por Deus” para defender e argumentar em prol de si mesmo; para reclamar da vida de mula que leva sem levar em conta que essa vida ele mesmo escolheu.
Deus continua a usar mulas ainda hoje – isso nunca foi problema para Deus. O problema é da mula que não se alimenta da palavra, que renega o sangue de Cristo e não experimenta o milagre de ser transformada em ovelha. No nome de Cristo podem profetizar, libertar, revelar, operar milagres, mas Naquele Dia ouvirão o Senhor dizendo explicitamente: Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade.
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terça-feira, 1 de abril de 2014

Que mentira mais mentirosa é essa – “O dia da mentira”!



Um dia no qual a mente do ser humano se concentra para inventar a melhor mentira, aquela tão parecida com a verdade, da qual ninguém possa desconfiar e assim ser trapaceado, enganado, feito de tolo. Um dia dedicado ao ato de mentir. Que espírito é esse? Que entidade está agindo? Senão o pai da mentira.
Que mentira essa, uma das mentiras mais mentirosas – “O dia da mentira”.
Não me importa se a mentira possui um dia só pra ela – Eu quero é A Verdade sempre. Mentira – nem mesmo por brincadeira.
Por que por um lado, o lado externo, tudo está fantasiado de brincadeira, mas o princípio oculto com carga espiritual é a celebração de uma característica do diabo. Seus filhos todos empenhados em lhe fazer a vontade. Arregimentados, para que, juntos, como num dia de batalha contra Deus quebrar de propósito um dos mandamentos eternos. “Não dirás falso testemunho contra o teu próximo”. (Êxodo 20: 16).
Esse ato orquestrado no inferno não é brincadeira. É uma realidade das mais gritantes. É a verdade acerca de quem não se firmou na verdade, e estabeleceu o engano, a mentira e a falsidade.
Quantos vivem uma vida de mentiras o ano todo, e quando chega 1º de Abril, celebra sua passagem de ano, seu novo ano no melhor dos estilos – comemorando com a mentira.
Pode-se contar historicamente de sua origem quando do estabelecimento do calendário gregoriano (1582) que o ano novo que era celebrado de 25 de março a 1º de abril passou para primeiro de janeiro, afirmando que na França muitos continuaram a celebrar na data antiga e por isso foram denominados de “tolos de Abril”.
Mas como um fato tão simplista e regional pôde ser transformado numa coisa tão monstruosa a ponto de influenciar praticamente o mundo todo? Por tudo isso eis aí o 1º de Abril, dia mais do que propício para firmar-se ainda mais na Verdade, e nada além do que A Verdade.
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domingo, 30 de março de 2014

Ovelha aos olhos do Bom Pastor


Assim diz o Senhor Deus: Eis que eu estou contra os pastores e deles demandarei as minhas ovelhas; porei termo ao seu pastoreio, e não se apascentarão mais a si mesmos; livrarei as minhas ovelhas da sua boca, para que já não lhes sirva de pasto.
Ezequiel 34: 10.

Cada ovelha é especial, com suas particularidades, personalidade, individualidade. Cada ovelha apresenta problemas, diferença de comportamento, de pensamento, de sentimento, e inúmeras incompatibilidades. Cada ovelha tem um sonho, um objetivo, um propósito, um desejo diferente das demais ovelhas e também diferente do sistema no qual está inserida e faz parte. E todas essas diferenças tem que ser adequadamente conciliadas.
Porque com todas as diferenças, de aspecto ou propósito, de nível de ação ou espiritual, ou grau de comprometimento, todas as ovelhas tem algo em comum – são ovelhas do Bom pastor. Cada ovelha não é mais uma na manada. Cada ovelha é uma cria, um projeto, um sonho, “o amor” do coração do Bom Pastor.
Cada ovelha precisa ser amada, compreendida, considerada, incentivada a crescer. Cada ovelha precisa ser respeitada, tratada, não como mais uma ovelha do pasto, não como mais um número na estatística ao contar na porta do aprisco, ou melhor, na lista dizimal. Não como um elemento que se pode manipular – mandar e desmandar ao bel prazer.
Aos olhos do Bom Pastor ovelha não é cavalo para arrear e um outro qualquer montar. Aos olhos do Bom Pastor ovelha não é cobaia para fazer-se experimentos com elas. Ovelha que é ovelha – é ovelha.
Ovelha é alimentada com pasto verdejante – não com qualquer baguá. Ovelha precisa encontrar descanso não tribulação causada por má direção.
“Algumas ovelhas podem até ser uma daquelas ovelhas problemáticas que toda igreja tem”.
Mas foram colocadas ou deixadas ali para testar se o pastor tem realmente um coração de pastor. Ou para que o pastor possa exercitar-se na prática do discernimento e tomada de decisão correta.
Ovelhas sadias, de boa formação, ótima instrumentalidade e contribuinte todo e qualquer pastor quer. As doentes, fracas, feridas, machucadas e raivosas o Bom Pastor quer tratar. Aliás foi para estas que Ele veio. E se num aprisco qualquer esse tipo de ovelha não é bem vinda, e ali não pode estar, certamente O Bom Pastor ali também não estará.
Pense nisso Pastor! E veja uma ovelha com os olhos do Bom Pastor.

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