
terça-feira, 27 de julho de 2010
domingo, 18 de julho de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
sábado, 3 de julho de 2010
União
Quando os cristãos vivem no individualismo pessoal.
Quando os cristãos se dividem e se acusam de forma denominacional.
Quando os cristão fazem de uma doutrina de homens algo radical.
Quando os cristãos tem vontade própria e não a do Senhor.
Quando os cristãos são donos de si mesmos e vivem sem Pastor.
Quando os cristãos dão mais ênfase à prosperidade do que ao amor.
Quando os cristãos deixam a palavra em prol de revelação.
Quando os cristãos preferem as profecias em detrimento da oração.
Quando os cristão acham que estão no caminho, mas não estão.
Quando os cristãos usam da liberdade para cair no mundão.
Quando os cristãos abusam da graça pra não responder por condenação.
Quando os cristãos são apenas nominais e não de todo o coração.
Quando os cristãos, estão assim, sem Cristo.
Batem em retirada,
Ante a fúria do tubarão.
Mas quando os cristãos unidos formam um só corpo.
E são na verdade o corpo de Cristo.
Quem bate em retirada é o tubarão.
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sexta-feira, 25 de junho de 2010
Besouro rola-bosta
No meio pecuarista existe uma praga denominada “mosca do chifre”. A mosca do chifre permanece sobre o animal dia e noite, picando-o viciosamente, sugando sangue, e tirando o seu sossego. Isso provoca interrupção na alimentação do animal e conseqüente queda de produtividade, além de ser principal transmissora de diversas doenças bacterianas. A mosca do chifre depositas seus ovos nas fezes frescas do animal, os quais eclodem e se tornam novas moscas entre 6 a 8 dias.A ciência tem proporcionado vários produtos químicos na tentativa de controle da mosca do chifre, porém apesar de serem caros, se revelam eficazes apenas por um pouco período de tempo, sendo necessária novas aplicações.
Mas há algo interessante na natureza que Deus criou – o besouro “rola-bosta”. Esse besouro, assim denominado em face de sua prática de viver mexendo nas fezes, é o mais eficaz combatente da mosca do chifre. Descobriu-se que quando o besouro “rola-bosta”, está fazendo o seu trabalho, ele interrompe o ciclo das larvas da mosca do chifre, e elas perecem. Essa é a recente descoberta.
Mas, para quem não conhece o fato, esse besouro é totalmente desprezado, ninguém dá nada por ele, até o nome lhe é pejorativo, mas afinal, é mesmo a vida dele por natureza...
Às vezes nos encontramos nesta vida fazendo alguma coisa que ninguém nota, que ninguém dá valor. Desprezados e menosprezados, somos tidos como quem está na “merda” e mexe com “merda”. O mundo é ‘fashion’, é ‘flash’, é ‘night’. Nós, que somos de Cristo, somos quadrados, caretas, fanáticos. Mas nós temos uma função; não nos palcos; não nas passarelas; não nos badalos da vida; nem com aplausos, nem com flashes, nem com prêmios. Nós temos a função de impedir a atuação das moscas, mesmo que seja preciso mexer na “merda” como o besouro rola-bosta faz.
Foi Deus quem o criou, foi Deus quem deu aquele dom, aquele instinto, aquele tato. Para ele não é nada depreciativo, para ele é a vida. Está em seu “sangue”. Por quê? Porque Deus sabe o que faz.
1 Coríntios 12:18 Mas Deus dispôs os membros, colocando cada um deles no corpo, como lhe aprouve.
Não reclame da sua função, daquilo que Deus lhe chamou para fazer. Pode não ter nenhuma glória, pode não ter nenhuma recompensa nesta vida, mas no Dia do Senhor terá. Pode ser motivo de escárneo, pode atrair imensas lutas, mas não pare o que Deus lhe deu pra fazer.
Mateus 10: 25 Basta ao discípulo ser como o seu mestre, e ao servo, como o seu senhor. Se chamaram Belzebu ao dono da casa, quanto mais aos seus domésticos?
A origem da palavra belzebu, que designa satanás, é Baal-Zebube, que significa senhor das moscas. E é interessante que a mosca que o besouro rola-bosta combate é ‘mosca’ do ‘chifre’. Fazendo um paralelo com o mundo espiritual não é difícil perceber que temos uma luta não contra carne nem contra o sangue, mas que nesta luta não somos compreendidos pelo mundo, como o mundo também não compreende o significativo trabalho do besouro já citado.
Mas apesar da grande função que o besouro rola-bosta tem, ele próprio não sabe disso, ele apenas vive o que a natureza lhe é comum. Ele apenas vive. Assim, nós simplesmente precisamos viver como a natureza de Cristo nos inclina. O besouro rola-bosta mexe na bosta, nós mexemos no mundo, que no atual estado não é muito diferente. Nós empenhamos algo de muito valor quando oramos, quando somos fiéis, quando simplesmente permanecemos acesos com a luz de Cristo. Quando somos testemunhas vivas. Estamos mexendo no mundo. Importa ser neste mundo como o besouro rola-bosta. Importa cumprir a missão somente. Deixemos a honra por conta de Deus.
I Coríntios 12
22 Pelo contrário, os membros do corpo que parecem ser mais fracos são necessários;
23 e os que nos parecem menos dignos no corpo, a estes damos muito maior honra; também os que em nós não são decorosos revestimos de especial honra.

domingo, 23 de maio de 2010
Guarda da boca
Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios. Salmo 141: 3.Nós estamos acostumados com guardas estabelecidos em vários locais aonde tem objetos de valor. Nos shoppings, nas empresas de grande porte, nas instituições financeiras e até em alguns estabelecimentos particulares. A função dos guardas é identificar indivíduos suspeitos e detê-los antes que eles possam agir. Ou numa ação mais arrojada, os guardas tentam impedir que elementos saiam levando algum produto de roubo. Quando os guardas estão em algum evento, servem para impedir a entrada de bêbados e pessoas inconvenientes ou não convidadas para o recinto. Mas os guardas devem deixar passar livremente o fluxo de pessoas normais.
A boca é habitualmente uma boca livre, uma porta aberta por onde passa de tudo, mas tem coisas que não devem sair boca a fora, tem que ser impedidas, tem que ficar presas, trancafiadas para sempre e até mesmo aniquiladas de uma vez por todas. Quando há palavras nocivas e prejudiciais com ímpeto de sair boca a fora e ganhar o mundo, o guarda da boca tem que exercer a função de um guarda de penitenciária, o qual deve impedir qualquer tentativa de fuga, deve impedir que os detentos ganhem a rua e produzam barbaridades no seio da sociedade.
O guarda da boca deve impedir que palavras bandidas, assassinas, suspeitas, nocivas, prejudiciais saiam boca afora e cometam crimes horrendos por onde quer que forem.
Algumas palavras são criminosas de alta periculosidade por que são capazes de matar e destruir sonhos, são capazes de ferir profundamente corações e lhes causar chagas, são capazes de aniquilar relacionamentos de amor ou de amizade, são capazes de roubar a paz e causar os mais variados transtornos ao coração humano. As palavras criminosas dão com ímpeto contra a vida do próximo, ultrajam e blasfemam contra o criador. Não podem de maneira alguma serem postas em liberdade.
Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração, por que dele procedem as fontes da vida. Provérbios 4: 23.
Quando o coração não é devidamente guardado e vigiado, e consequentemente pequenos transgressores são admitidos como se fora inofensivos, esses com o passar do tempo se desenvolvem e se transformam em bandidos inveterados, os quais tem que ser lidados por um guarda.
É certo que não podem sair, que não podem nem mesmo existir, não deviam ser concebidas ainda que em pensamento, por que na verdade, onde precisa de um guarda e de sistema de vigilância, é por que as coisas não andam muito bem. A mente precisa ser renovada, o coração precisa ser transformado e limpo, para que a boca fique livre e aberta, com a certeza de que somente palavras boas e frutíferas passarão.
Abre, Senhor, os meus lábios, e a minha boca manifestará os Teus louvores. Salmo 51: 15.
A boca pode ficar livre, sem guarda, totalmente escancarada pelo Senhor, para que dela flua palavras de bênçãos, palavras de amor e cânticos de louvor. Mas para isso, antes de tudo é preciso guardar o coração, porque é melhor guardar o coração com todos os meios, em todo o tempo e de todas as maneiras, do que depois ser praticamente obrigado a colocar um guarda na boca.
Está em nossas mãos hoje, a possibilidade de nosso coração vir a ser uma penitenciária cheia de pensamentos maldosos e nossa boca uma porta cheia de trancas e com guardas, ou o nosso coração vir a ser uma campo livre cheio de amor e a nossa boca uma via aberta de louvor.
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sábado, 15 de maio de 2010
Na viração do dia

Gênesis 1: 31
Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia.
Depois de ter trabalhado, Deus observou atentamente tudo o que tinha feito, e uma vez detectado que tudo estava perfeito, que tudo estava cumprindo fielmente o propósito para o qual havia sido criado, Deus conclui com uma palavra final de aprovação.
Gênesis 2: 15
Tomou, pois, o Senhor Deus ao homem e o colocou no Jardim do Éden para o cultivar e o guardar.
Deus sentiu tanto prazer e satisfação com o trabalho que realizou que resolveu dar essa dádiva também ao homem. Assim o homem foi incumbido de cultivar e guardar o jardim, para que ao fruto desse trabalho pudesse se deleitar ainda mais.
Gênesis 3: 8
Quando ouviram a voz do Senhor Deus, que andava no jardim pela viração do dia, esconderam-se da presença do Senhor, o homem e sua mulher, por entre as árvores do jardim.
Na viração do dia, no término de cada dia, é costume do Senhor Deus, vir até ao jardim se encontrar pessoalmente com o homem. O Senhor vem simplesmente para ter um encontro pessoal com o homem que tanto Ele ama. E também para observar bem de perto como foi o trabalho do homem neste dia.
Deus confere de perto o trabalho feito no nosso coração.
“È como se Deus fizesse uma réplica do meu ser, da minha pessoa, em miniatura, e colocasse essa miniatura de mim mesmo dentro do meu próprio coração, com a tarefa de o cuidar e o guardar, e no término de cada dia, na viração de cada dia, o Senhor vem para conferir de perto como foi feito o trabalho daquele dia no meu coração”
Deus me deu a tarefa de cultivar e guardar o meu próprio coração, o qual é o jardim mais belo que Deus criou.
E se no final do dia, eu me escondo de Deus, é por que ao invés de realizar o trabalho que Deus me confiou, eu fui xeretar na árvore do fruto proibido.
Todos os dias eu preciso estar em pé no lugar de encontro com Deus, na hora do encontro com Deus, na viração do dia. Eu preciso me apresentar ao Senhor, mostrando minhas mãos, mostrando meu coração, o jardim de Deus e o trabalho realizado naquele dia. Eu preciso passear na companhia de Deus pelo jardim, o meu coração e mostrar a Ele tudo o que há, e conversar com Ele sobre o que ainda não consegui realizar, e falar pra Ele sobre o que pretendo fazer amanhã, e ouvir Suas orientações sobre como cuidar melhor do jardim tão lindo que ele confiou em minhas mãos.
E quando, no final do dia, eu me der conta de que não fiz trabalho algum, se não cultivei nada de novo e de bom, mas deixei morrer alguma planta ou alguma flor; se não guardei, senão vigiei, mas ao contrário deixei entrar algum intruso, e se além de tudo isso, perdi tempo e ainda mexi no fruto proibido, ainda assim devo me apresentar a Ele, no mesmo lugar de encontro com Ele, na mesma hora, na viração do dia. Não devo me esconder, não devo fugir, devo estar lá, e me ajoelhar e pedir perdão e receber novamente do Seu grande amor.
E então, eu sei, que Ele me toma pela mão e vai a passear comigo pelo meu coração, o seu jardim preferido, totalmente limpo e renovado pelo Seu perdão.
Mas, para o outro dia, eu sei que Deus me incumbiu de ser o cultivador e o guarda do meu coração. Vou levantar-me de madrugada, Senhor, pedir o Teu auxílio em oração, e vou empreender esse trabalho com muita fidelidade, o trabalho no meu coração.
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quinta-feira, 22 de abril de 2010
A Resposta Perfeita

Mas eu a mim me perguntava: Como te porei entre os filhos e te darei a terra desejável, a mais formosa herança das nações? E respondi: Pai me chamarás e de mim não te desviarás.
Deus “pensa” sobre o que vai realizar. Deus raciocina para tomar uma decisão ou para deliberar alguma questão. E como não há ninguém no universo que possa aconselhar Deus, Deus aconselha-se consigo mesmo. Deus pergunta a si mesmo. Conversa consigo mesmo, e é claro que a resposta é nada mais nada menos do que perfeita, aquela que vem e ecoa por todo o universo.
Deus sempre age com propósito, Ele tem uma finalidade para cada coisa e em cada agir um modo especial de execução. Deus observa atentamente cada criatura, qual o comportamento diante das circunstâncias, em relação às outras criaturas e principalmente, diante da existência do próprio Deus.
Assim, Deus observa um filho de homem, Deus observa a mim, Deus observa você...E Deus, cheio de amor, cheio de compaixão quer nos salvar, quer nos dar algo de valor. E Deus consigo mesmo pensa, reflete, e se pergunta como colocar a mim e a você entre os filhos e dar a cada um de nós a terra desejável?
Deus poderia simplesmente estender a mão e com a Sua força nos tirar de onde estamos e nos dar todas as delícias. Mas Deus não se permite agir assim. Deus estabelece critérios, Deus não invade a vontade do homem que Ele fez livre. Deus não fere o livre arbítrio. Deus primeiro mostra o que há além do que os nossos olhos podem ver e nos ensina o jeito de chegar lá se assim houver de nossa parte, interesse.
Pai me chamarás e de mim não te desviarás.
A resposta de Deus é perfeita. Responde completamente a questão que muito nos interessa:
Como te porei entre os filhos e te darei a terra desejável, a mais formosa herança das nações?
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sábado, 3 de abril de 2010
A verdade da Cruz
Jesus não foi uma vítima. Jesus é o agente da história. Muitos ainda hoje carregam um Jesus morto. No tempo da páscoa fazem questão de se martirizarem com tristeza e lamento, revivendo o processo da morte de Jesus. Essas mulheres, seguidoras de Jesus, não o seguiriam para além da cruz, para elas a cruz era o fim. Elas representam as pessoas que ainda mantém Jesus preso e morto na cruz. E a esperança que tem é muito vaga acerca do futuro. São pessoas que não compreenderam o processo da cruz.
Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso. Lucas 23: 43.
A vida não termina na cruz. A vida não fica paralisada na cruz. Depois da cruz tem o paraíso, tem a glória de Deus. A cruz é um processo que não podemos fugir, mas passa. Tem o seu tempo determinado. A cruz é salvação. Jesus estava vivendo o processo da cruz quando salvou o pecador arrependido, preso na cruz ao lado. Ser crucificado com cristo foi para aquele homem a sua única e última esperança de salvação.
Por isso precisamos encarar a cruz com aquilo que ela nos traz em cada momento. E descartar o engano que há referente a ela. A cruz em si mesma nada é. Não serve como amuleto, como fonte de poder. Apesar de ser para muitos um precioso símbolo. A cruz é pra ser lembrada acerca do que Jesus fez. A cruz é pra ser vivida de forma que Jesus olhe para nós e diga: "é, valeu a pena".
A cruz é seguir Jesus por onde quer que ele for. A cruz é o caminho, é o processo, não é uma estaca de madeira que era instrumento de pena de morte. A cruz foi feita para matar. Mas ela hoje tem que matar nossos pecados de forma que passemos a viver em cristo mortos para o mundo.
Não é Jesus que está na cruz, nas praças, nas igrejas, no pescoço das pessoas. A rude cruz em que Jesus nos salvou foi transformada em bijuterias, em jóias, em desenhos artísticos. Neste âmbito não é símbolo cristão. É apetrecho de figurino.
Jesus cumpriu o tempo da cruz. Saiu dela, a deixou para sempre e está à direita do pai.
Isso é profético - não importa a cruz que estamos carregando - o seu fim está determinado - vamos deixá-la muito breve para estar diante do pai.
.......estou crucificado com cristo, logo, já não sou eu quem vive, mas cristo vive em mim...... Gálatas 2: 19-20
João 20: 1. No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu que a pedra estava revolvida.
Jesus não permaneceu na cruz, Jesus não permaneceu no sepulcro. O ladrão na cruz, talvez por ter estado na cruz com Jesus, foi a pessoa na terra que melhor entendimento teve sobre a cruz. Ele acreditava que Jesus não ficaria naquela cruz, que o corpo de Jesus não seria dilacerado pelos abutres, nem que tão pouco se desintegraria no sepulcro.
E acrescentou: Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino.
Lucas 23: 42.
Jesus subiu aos céus e virá outra vez.
Atos 1: 9-11. Ditas estas palavras, foi Jesus elevado às alturas, à vista deles, e uma nuvem o encobriu dos seus olhos. E, estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto Jesus subia, eis que dois varões vestidos de branco se puseram ao lado deles e lhes disseram: Varões galileus, por que estais olhando para as alturas? Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir.
sábado, 20 de março de 2010
Pai Abandonado
Mas tu és nosso Pai, ainda que Abraão não nos conhece, e Israel não nos reconhece; tu, ó SENHOR, és nosso Pai; nosso Redentor é o teu nome desde a antiguidade. Isaías 63: 16
As pessoas adotadas, quando chegam a uma certa idade e descobrem que são adotadas, querem a todo custo conhecer seus pais biológicos, sua família, suas raízes e saber sua história.
Muitos de nós levamos bastante tempo para descobrirmos que o nosso Pai é Deus, e que nossa família é a família de Deus. E quando descobrimos, precisamos conhecer nosso Pai, descobrir nossa família, saber que temos uma herança, um nome, um propósito para o qual fomos criados.
Sim, diferentemente das história de crianças abandonadas por seus pais biológicos, fomos nós que abandonamos o nosso Pai, e de tal forma nos afastamos Dele, que perdemos a identidade, e tempos depois não sobram nem sequer lembranças do tempo em que ainda criança, quem sabe entoávamos louvores e fazíamos orações, ou que simplesmente agindo com naturalidade e inocência éramos realmente a imagem e semelhança do nosso Pai.
Freqüentemente nos encontramos em uma vida difícil, repleta de privações, no submundo da vida, e de forma quase desumana embolamos a vida espiritual. Mas descobrimos que o Nosso Pai tem um Reino, vida em abundância e toda sorte de bênçãos. Entretanto, abalroados das coisas desta vida desconhecemos a existência do Pai, a essência de Sua natureza. E o interessante disso tudo é que esse Pai Celestial sempre esteve à nossa procura, como alguém que procura uma criança desaparecida. Quantas vezes o nosso Pai já chegou até a nossa porta, bateu e nos chamou pelo nome! E todas as vezes lhe batemos a porta à face querendo dizer: - Não sei quem você é, e não quero saber de Ti. Vivo minha vida como gosto, tenho tudo o que posso, não preciso de Ti. Você não é o meu pai.
Ah! Mas o Pai abandonado por filhos tão ingratos não se cansa de insistir. Ele quer conhecer Seus filhos, tomá-los em Seus braços e lhes dar amor. Amor que nunca tiveram igual. Amor que nunca experimentaram, nem sonharam.
Conheçamos ao Pai, e prossigamos
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